terça-feira, 1 de novembro de 2011


Xbox 360 tem um dos melhores consoles da atual geração



 Microsoft sempre foi conhecida pelo seu famoso e popular sistema operacional: Windows. Quando a mesma decidiu entrar no ramo dos videogames, muitos acharam que seria um fiasco, mas a gigante americana provou que sabe muito bem aonde aplica seu dinheiro e não demorou muito para que se consolidasse no mundos dos videogames com o seu Xbox. Com a chegada do Xbox 360, a briga entre o console e o seu rival, PlayStation 3 da Sony, agita o mercado mundial e faz com que jogadores do mundo inteiro se dividam na hora de escolher qual console adquirir.

Graças à habilidade da Microsoft, o sistema do Xbox 360 é de fácil manuseio e consegue agradar devido à disponibilidade de diversos softwares conhecidos dos usuários do Windows, como MSN e Windows Media Center. Além disso, é possível personalizar o seu Avatar (uma espécie de identidade virtual) e possuir grupo de amigos para jogos online ou simplesmente para manter contato. O grande problema é que para ter acesso à rede online chamada de Xbox Live, é necessário pagar uma assinatura, o que não agrada muita gente.
E se já não bastasse tanta reclamação, o Xbox 360 não possui conexão Wi-fi, algo que seu rival, o PlayStation 3 possui. Em compensação, possui uma boa integração com os PCs conectados em rede.
xbox360_03Xbox 360 (Foto: Divulgação)
Design
A estética não foi deixada de lado no Xbox 360. O seu design robusto impressiona com um belo acabamento branco e variedade de posicionamento, podendo colocar o console em pé ou tradicionalmente deitado, fazendo com que se ajuste a qualquer ambiente mais limitado. Uma pena que seus coolers de resfriamento sejam bastante barulhentos, embora não cheguem a incomodar ou atrapalhar o áudio do jogo, apenas passam uma sensação de que a ventoinha está em seus últimos dias de funcionamento.
Controle
O joystick do Xbox 360 também é um dos grandes atrativos, pois possui um sistema inteligente de profundidade de seus botões traseiros, similares a um gatilho. Com isso, os comandos são interpretados de acordo com a intensidade em que estes são pressionados. Em um game de corrida, por exemplo, faz uma enorme diferença na hora de acelerar mais suavemente com o seu carro, ou simplesmente “afundar” o pé no acelerador.
Compatibilidade
Outra vantagem do Xbox 360 é a sua compatibilidade com diversos games da versão anterior do console. Embora não sejam todos, a grande maioria dos clássicos (como a saga Halo, Ninja Gaiden e Shenmue) são compatíveis.
O console também funciona como DVD player, tem suporte a filmes no formato divx e a sons no formato mp3, além de 3 entradas USB. No entanto o console deixa a desejar em relação aos Blu-rays, que a cada dia tornam-se mais populares em todo planeta. Até hoje existem rumores sobre o desenvolvimento de um driver externo compatível com o console, mas até o momento são apenas boatos.
Desempenho
O console se consolida ao lado do PS3 como os melhores da atual geração, graças a um excelente desempenho gráfico de seus games. A saída HDMI é quase um item essencial para quem busca o realismo dos games atuais, principalmente quando conectadas a LCDs e LEDs mais poderosos. Graças ao seu chip gráfico ATI 500 MHz, seus três processadores simétricos, cada um rodando 3,2 GHz e 512 MB de memória RAM.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011



MSI anuncia placa-mãe Z68MA-G43


A MSI anunciou sua nova placa-mãe com o chipset Intel Z68, a Z68MA-G43 (G3). Placa para o consumidor intermediário, ela aproveita vários recursos do chipset que fará uma ponte entre a atual geração de processadores Sandy Bridge e a próxima família, a Ivy Bridge. Além disso, ela já utiliza o padrão PCIe 3.0. Optar por este chipset é uma ótima opção, tendo em vista uma máquina capaz de receber upgrades relevantes e com uma vida útil, portanto, mais prolongada.
Placa-mãe Z68MA-G43 (G3), da MSI. (Foto: Divulgação)Placa-mãe Z68MA-G43 (G3), da MSI. (Foto: Divulgação)
Entre outros recursos da placa mini-ATX estão o suporte nativo a um total de memória RAM DDR 3 de 32GB (interface máxima 2133), USB 3.0 e SATA 6Gbps on-board. Os slots de expansão da placa compacta da MSI trazem dois PCIe 3.0 x16 e dois PCIe 2.0 x1. Contudo, para utilizar a capacidade dos slots PCI de terceira geração será necessário um processador Ivy Bridge. Com os Sandy atuais, os slots operam como PCIs de segunda geração.
A MSI também destaca a praticidade da interface da sua nova BIOS UEFI, a ClickBIOS II. Ela permite o ajuste de configuração do sitema tanto na interface nativa da BIOS como via Windows – o que é um barato: você não vai precisar ficar reiniciando indefinidamente o computador para testar um setup específico de overclock, por exemplo.
E embora seja uma mini-ATX, a MSI tem a expectativa de que os consumidores busquem acelerar o hardware e, por isso, criou um aplicativo para facilitar a vida de todo mundo, o OC Genie II, que simplesmente é uma mão na roda, tornando a tarefa do overclocking algo muito mais fácil e, em certa medida, mais seguro.
Fonte: www.techtudo.com.br

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Óleo mineral: o melhor cooler para o seu PC



Um banho de óleo pode ser a melhor forma de deixar seu computador numa fria!
Se você usa seu PC para jogar ou fazer edições de música, vídeo e imagem (que tradicionalmente necessitam de um grande uso do processador) já deve ter enfrentado problemas com o aquecimento dos componentes da máquina. Ou pelo menos sabe que, quanto maior o processamento exigido do computador, mais ela esquenta.
Jogar por horas a fio pode causar aquecimento sem um cooler adequado (Fonte da imagem: ThinkStock)
A forma mais comum para esfriar um computador é através de um cooler. Ele serve para eliminar o calor gerado pelo trabalho dos componentes do computador ao deixá-los na temperatura ideal para que rendam o esperado. Existem dois tipos mais comuns: o Air-Cooler, que usa o ar para refrigeração, e o Water Cooler (resfriamento líquido), que funciona com um sistema à água.
Existe uma técnica bastante incomum para manter seu computador numa fria: colocá-lo dentro de um recipiente cheio de óleo mineral dentro. Você não leu errado: é seu PC submerso, com quase tudo dentro. Esse método, afirmam pessoas que já testaram, é garantia certa de um PC mais refrigerado. Será mesmo?

Esfriando a óleo

A primeira dúvida que precisa ser esclarecida quanto ao sistema: óleo não é água. O senso comum nos leva a acreditar que componentes eletrônicos submersos em qualquer líquido serão torrados. Não é verdade. Fato é que água e eletricidade não se misturam. O líquido transparente – vital para nosso corpo – é um veneno para tudo o que é movido a energia, porque conduz eletricidade e porque pode causar curto-circuito, oxidação e enferrujamento.
Por isso há um grande receio por parte daqueles que usam o Water Cooler. Mesmo que a água passe por dentro de tubos, qualquer vazamento pode danificar as peças do computador de maneira irreversível. Com o óleo mineral é diferente, já que ele não conduz eletricidade e é usado até como isolante.
Water Cooler: resfriamento a líquido (Fonte da imagem: Divulgação)
Mas encontrar óleo mineral não é uma tarefa fácil, apesar de o produto ter diversos usos, como em problemas intestinais, hidratação e lubrificação. Mesmo assim já foram feitos alguns testes com resultados satisfatórios, mostrando na prática que submergir um computador inteiro não é loucura.
Uma das empresas pioneiras no assunto chama-se Puget Systems. Eles estão testando esse método de refrigeração há mais de dois anos e vendem um kit “faça você mesmo”, que já está em sua terceira versão. Apesar de vender computadores personalizados, a empresa diz que apenas está realizando um “projeto divertido” e não tem planos de comercializar máquinas completas com este sistema.

Os testes

A ideia de usar óleo para refrigerar um PC não é exatamente nova. Quem faz overclock sempre está à procura de métodos para resfriar o computador e obter o poder máximo dos seus componentes. Alguns projetos já foram feitos anteriormente com óleo vegetal (de cozinha), mas o problema é que depois de um tempo ele produz um cheiro desagradável. Já o óleo mineral não tem esse problema, porque é limpo.
Antes dos testes, as maiores dúvidas com relação ao óleo mineral que precisavam ser respondidas eram quanto ao desempenho e efeitos a longo prazo. A Puget System então resolveu tirar a prova e montou seu sistema de refrigeração dentro de um aquário.
Não houve muito segredo na hora de testar o produto: bastava afundar todo o hardware dentro do aquário cheio de óleo mineral (entre 19 a 23 litros). Foram feitas apenas algumas adaptações nele para que recebesse o gabinete; nenhuma peça foi deixada para fora, exceto o drive e o disco rígido. O computador foi mantido por mais de dois anos dentro do recipiente com diversos testes sendo feitos, para averiguar a eficácia do método. As conclusões são reveladoras.

O resultado

A grande vantagem apresentada no uso de óleo mineral para manter o computador refrigerado foi sua capacidade de calor específico. Ou seja, ele conseguiu absorver muito calor sem a necessidade de ventilá-lo (a caixa ficava vedada nos testes). A variação térmica do óleo não sofreu grandes alterações ao receber o calor do trabalho dos componentes.
Apesar disso, o computador chegou à temperatura de 88°C em testes feitos por 12 horas consecutivas com o 3DMark06 (programa usado para testar a performance 3D das placas de vídeo) – um valor considerado alto. Mas essa marca levou um longo tempo para ser alcançada, além de o sistema não ter falhado nenhuma vez no período.
PC no aquário: não coloque peixes! (Fonte da imagem: Puget System)
O experimento não apresentou problemas mesmo em um teste realizado por dois dias seguidos de forma ininterrupta. Isso quer dizer que você vai poder jogar Battlefield 3 durante o final de semana todo sem torrar seu PC.
Outra questão importante é o barulho. Com a submersão dos componentes, o computador ficou absolutamente silencioso, sem aquele ruído da ventoinha “estourando a cabeça”.
Mas, diante dos outros coolers, será que esse é o melhor modelo para seu PC?

Comparando com os outros

O Air-Cooler é bem mais barato, mas também menos potente que o modelo à base de óleo mineral. Ele também é mais comum, uma vez que a maioria dos computadores não tem componentes que necessitem de maior refrigeração. Esse cooler também é bem mais barulhento e as máquinas mais potentes precisam mais de um, o que pode até ficar inviável frente ao modelo submerso.  Se você usa seu PC para tarefas básicas (ler, navegar na internet, escutar música), pode ficar com sua ventoinha.
Air-Cooler tem desempenho razoável em máquinas mais poderosas (Fonte da imagem: Computers Unlimited)
Já o Water Cooler funciona de forma similar ao resfriamento de um carro, já que usa água (sim, a arquirrival dos componentes eletrônicos) e um radiador. Por isso, é o método mais perigoso para esfriar um computador, por envolver o risco de vazamentos. Ele funciona melhor que o Air-Cooler porque a água é mais eficiente na absorção de calor que o ar (para entender melhor,clique aqui). Porém, seu desempenho é inferior ao do sistema a óleo mineral e custa praticamente o mesmo preço.

Quero um!

Se você ficou interessado pelo modelo, comprar os itens necessários pode doer no bolso. APuget System vende dois modelos diferentes que custam US$ 460,99 dólares (a segunda versão) e US$713,76 (a terceira). A diferença essencial entre as duas é que a terceira versão tem maior capacidade do tanque do aquário e potência máxima de watts, além de ser compatível com um modelo a mais de placa-mãe. Está incluso dentro do kit um radiador externo para resfriar o óleo e manter a temperatura ainda mais baixa.
Mas é claro que você pode fazer uma versão caseira de testes, caso queira construir o seu próprio sistema de resfriamento. O essencial é ter um aquário (ou equivalente), um computador (velho de preferência) com gabinete e óleo mineral. 
Kit básico: gabinete, aquário e óleo mineral (Fonte da imagem: Puget System)
Caso mantenha o computador submerso por bastante tempo , saiba que não é necessário trocar o óleo – apenas certifique-se de limpar os componentes antes de submergi-los. Além disso, mantenha o recipiente bem vedado para evitar a evaporação do líquido. O óleo mineral não é inflamável, portanto o computador não vai explodir na sua cara.
Duas questões importantes: o óleo mineral é muito difícil (quase impossível) de ser removido depois que seus componentes forem submersos nele. E afundar seu hardware em óleo mineral irá anular a garantia, caso seu computador esteja dentro do período.

Monitorando a temperatura

E você? Tem ideia da temperatura dos componentes do seu computador? Se sua máquina está travando ou desligando automaticamente, é bom averiguar se ela não está com um problema de superaquecimento. Você pode descobrir se ela está fritando através de algum dos programas de monitoramento de temperatura, disponíveis para download no Baixaki:  HWMonitor (gratuito),Everest  (gratuito para testar), CoreTemp (gratuito), SpeedFan (gratuito), além de outros.


Fonte: www.tecmundo.com.br

terça-feira, 18 de outubro de 2011


Samsung e Micron preparam nova geração de memória RAM em 3D

Novo padrão vai aumentar desempenho e capacidade dos módulos. Entenda as mudanças e descubra outras vantagens.
A informática depende de investimento e evolução em diversos setores para continuar sendo um mercado bem-sucedido. Acontece, no entanto, que o aprimoramento dos componentes se dá de 

forma separada, o que resulta na disparidade de tecnologia entre diferentes itens.
As memórias RAM, por exemplo, vêm evoluindo num ritmo mais lento do que os semicondutores. E não falamos apenas da redução no tamanho dos componentes, mas ressaltamos aqui as diferenças brutais de desempenho que são notáveis nas arquiteturas dos dispositivos.
(Fonte da imagem: Divulgação/Micron)

As maiores fabricantes de cada ramo, contudo, não ficam paradas. Há sempre investimento em novas tecnologias, arquiteturas, processos de fabricação e diversos outros detalhes que podem melhorar a forma como os componentes se relacionam.
A Samsung é uma empresa que tem mostrado iniciativa, fato comprovado pelo recente anúncio sobre o desenvolvimento de memórias RAM em 3D. Pensando na grande revolução que está para acontecer, elaboramos este artigo para explicar o que mudará daqui para frente e quais os benefícios da nova tecnologia nos chips de memória.

A necessidade de um novo padrão

Depois de construir a maior fábrica de memória RAM do mundo e investir na produção de módulos com tecnologia de 20 nanômetros, a Samsung (companhia número 1 do ramo), junto à Micron (maior empresa americana do setor), aposta na revolução do padrão DRAM.
As duas companhias criaram o HMCC (Hybrid Memory Cube Consortium, em tradução livre “Consórcio de Memória Híbrida em Cubo”), associação que conta com o apoio de algumas empresas — como a Altera Corporation, a Open Silicon e a Xilinx — e pretende arrebanhar mais parceiras para encontrar soluções para a evolução dos módulos.
(Fonte da imagem: Divulgação/Samsung e Micron)
Segundo o documento oficial, a ideia de criar o consórcio partiu da premissa de que a largura de banda de memória requerida por computadores de alto desempenho e equipamentos futuros aumentou além do que as arquiteturas convencionais conseguem prover.
Isso quer dizer que o padrão DDR3 e a futura versão DDR4 não são capazes de fornecer desempenho equiparável ao dos processadores e demais componentes que estão prestes a surgir. A solução? O consórcio HMC pretende investir na produção de memórias 3D.

Como vai funcionar?

Para o consumidor, a memória DRAM 3D não vai apresentar diferenças significativas no modo de funcionamento. Isso porque o que deve mudar não é o funcionamento, mas sim a construção e o modo como os componentes internos dela se relacionarão.
O nome provisório para o padrão dos novos módulos é 3DRAM, a junção entre os termos 3D e DRAM. Considerando isso, nota-se que a dificuldade principal do consórcio HMC não será criar algo completamente novo, mas apenas adaptar os atuais chips de memória para trabalharem em camadas.
Apesar do nome sugestivo, as memórias 3DRAM não têm relação alguma com imagens que saem da tela. O “3D“ empregado na nomenclatura vem para indicar que, em vez de criar um módulo simples com chips colocados lado a lado, as memórias 3DRAM devem trazer diversos chips interligados, sobrepostos e distribuídos em três dimensões.
Basicamente, um módulo de memória 3D deve ser organizado da seguinte forma: uma pilha de camadas DRAM (no topo) interconectadas por trilhas, uma camada lógica com circuitos diversos (abaixo dos chips) e o substrato na base com os contatos elétricos. Claro, esse esboço pode ser alterado completamente, porém, isso é o que há de mais concreto no momento.
Esboço de memória 3DRAM (Fonte da imagem: Divulgação/Micron)
Por se tratar de uma arquitetura diferenciada, os chips 3DRAM não devem ser inseridos em módulos (como estamos acostumados a ver nos dispositivos atuais). A ideia é criar uma placa com os diversos cubos,a qual seria conectado na placa-mãe em um slot diferente, ou seja, mais um componente que deverá sofrer mudanças para que haja a evolução da informática.
As placas com memórias 3DRAM devem ter um tamanho consideravelmente reduzido, o que mostra a preocupação em minimizar a área ocupada pelo componente. Segundo informações divulgadas pela Samsung e pela Micron, as placas 3DRAM devem usar 90 % menos espaço que os módulos com chips DDR3.

Quais as vantagens?

Baseado no que foi divulgado até agora, se compararmos um módulo de memória comum com um simples cubo de memória 3D (ambos com a mesma capacidade), pode-se notar que uma memória 3DRAM apresenta desempenho 15 vezes superior e utiliza 70 % menos energia por cada bit.
Outra vantagem significativa diz respeito à capacidade das memórias. Considerando o modo de construção, as memórias 3DRAM poderão disponibilizar nove vezes mais espaço para o armazenamento de dados temporários. Isso significa que, enquanto os módulos DDR3 oferecem valores de 32 GB, os chips de memória 3D poderão entregar até 288 GB.
Não bastassem todos os benefícios de espaço, desempenho, capacidade e energia, a ideia do HMCC é criar soluções para fazer com que os chips de memória 3D trabalhem em conjunto com CPUs, GPUs e outros dispositivos. Não se descarta a possibilidade de usá-las embutidas em APUs, mas enquanto não houver a especificação completa, nada pode ser assumido como concreto.

Quando estarão disponíveis?

As empresas participantes do HMCC pretendem divulgar ferramentas, a documentação completa e especificações até o ano que vem (quando provavelmente serão lançados os módulos de memória DDR4). Até lá, a Samsung e a Micron esperam que mais fabricantes juntem-se ao desenvolvimento das memórias 3DRAM.
Apesar de ainda não ser dado como certo, tudo indica que o futuro do DRAM seja o 3DRAM. Vale lembrar, entretanto, que muitas outras tecnologias e soluções vêm sendo propostas, estudadas e desenvolvidas.
Fonte: Tecmundo